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    *Resumo dos princípios de orientação*

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    Michelle Valente
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    *Resumo dos princípios de orientação*

    Mensagem por Michelle Valente em Qua Jul 01, 2009 10:50 pm

    *1. Duração da amamentação exclusiva e idade para introdução de alimentos
    complementares*
    Amamentar exclusivamente desde o nascimento e até aos 6 meses de idade,
    introduzir os alimentos complementares a partir dos 6 meses de idade (180
    dias) e continuar com a amamentação;

    *2. Manutenção da amamentação*
    Amamentar com frequência e em livre demanda até aos 2 anos de idade ou mais;

    *3. Alimentação perceptiva*
    Fazer alimentação perceptiva, aplicando os princípios de cuidado
    psico-social, especificamente:
    a) alimentar o lactente directamente e deixa-lo ver outras crianças mais
    velhas a comerem sozinhos, respondendo aos seus sinais de fome e satisfação;
    b) alimentar devagar e pacientemente encorajar as crianças a comerem mas sem
    forçar;
    c) se a criança recusa vários alimentos experimente com diversas
    combinações, sabores, texturas e maneiras de as encorajar a comer;
    d) diminuir as distracções durante as horas das refeições se a criança perde
    o interesse na comida rapidamente;
    e) lembrar que as refeições são períodos de aprendizagem e amor, falar com
    as crianças e manter o contacto visual.

    *4. Preparação e armazenamento seguro dos alimentos complementares*
    Ter boas práticas de higiene e manuseamento dos alimentos ao:
    a) lavar as mãos das pessoas a cargo das crianças e das crianças antes da
    preparação da refeição e refeição;
    b) guardar os alimentos de forma segura e servi-los imediatamente após a sua
    confecção;
    c) utilizar utensílios de cozinha limpos para preparar e servir a refeição;
    d) usar copos e pratos limpos ao alimentar as crianças, e
    e) evitar o uso de biberão (mamadeira), já que é difícil limpa-los.

    *5. Quantidade necessária de alimentos complementares*
    Começar aos seis meses de idade com quantidades pequenas de alimentos e
    aumentar a quantidade conforme cresce a criança, enquanto se mantém a
    amamentação. A energia necessária proveniente dos alimentos complementares
    para crianças com uma ingestão "média" de leite materna em países em vias de
    desenvolvimento é de aproximadamente 200kcal para crianças entre os 6 e os 8
    meses de idade, 300kcal ao dia para crianças entre os 9 e os 11 meses, e de
    550kcal ao dia para crianças entre os 12 e os 23 meses de idade. Em países
    desenvolvidos estima-se que as necessidades sejam um pouco diferentes (130,
    310 e 580kcal ao dia para crianças entre os 6 e8, 9 e 11 e 12 e 23) devido
    às diferenças na ingestão de leite materno.

    *6. Consistência dos alimentos
    *Aumentar a consistência e a variedade dos alimentos gradualmente conforme a
    criança cresce, adaptando-se aos requisitos e capacidades das crianças. Os
    lactentes podem comer papinhas, purés e alimentos semi-sólidos a partir dos
    6 meses de idade. Aos 8 meses a maioria das crianças também podem consumir
    alimentos que se podem comer com as mãos (alimentos que a criança possa
    segurar sozinha). Aos 12 meses a maioria das crianças já pode comer o mesmo
    tipo de alimentos que o resto da família (tendo em conta a sua necessidade
    de alimentos ricos em nutrientes, como se explica no #8 mais abaixo). Devem
    evitar-se os alimentos que possam causar asfixia (alimentos com forma ou
    consistência que facilitem o alojamento na traqueia, como por exemplo nozes,
    uvas ou cenoura crua).

    *7. Frequência das refeições e densidade energética*
    Aumentar o número de vezes que se oferece alimentos complementares à medida
    que a criança cresce. A quantidade apropriada de refeições depende da
    densidade energética dos alimentos locais e da quantidade consumida por
    refeição. Para uma criança amamentada dos 6 aos 8 meses de idade, as
    refeições com alimentos complementares devem ser oferecidas 2 a 3 vezes ao
    dia e 3 a 4 vezes ao dia aos 9 – 11 meses e 12 – 24 meses intercalando com
    lanches nutritivos (como por exemplo uma peça de fruta ou pão árabe com
    pasta de noz) oferecidos 1 ou 2 vezes ao dia, segundo o desejo da criança.
    Os lanches definem-se como alimentos consumidos entre as refeições, sendo
    normalmente alimentos que as crianças comem sozinhas e de fácil preparação.
    Se a densidade energética ou a quantidade de alimento em cada refeiçãos é
    pequena ou a criança já não é amamentada é possível que seja necessário
    refeições mais frequentes.

    *8. Conteúdo nutritivo dos alimentos complementares*
    Oferecer uma variedade de alimentos para assegurar que se cobre as
    necessidades nutricionais. Deve consumir-se carne, aves, peixe ou ovos devem
    ser comidos diariamente, ou com a frequência possível. As dietas
    vegetarianas, nesta idade, não cobrem as necessidades nutricionais a menos
    que se utilizem suplementos nutricionais ou produtos enriquecidos (ver #9
    abaixo). As frutas e as verduras ricas em vitamina A devem ser consumidas
    diariamente. Promover uma alimentação contendo uma quantidade de gorduras
    adequada. Evitar oferecer bebidas ou sumos com baixo valor nutritivo como
    chás, café ou refrigerantes. Limitar a quantidade de sumos oferecidos para
    evitar a substituição de alimentos mais nutritivos.

    *9. Uso de suplementos de vitamina e minerais ou produtos enriquecidos para
    crianças e mães
    *Utilizar alimentos complementares enriquecidos ou suplementos de vitaminas
    e minerais para os lactentes de acordo com as suas necessidades. Em alguns
    locais é possível que a mãe também necessite de suplementos vitamínicos ou
    produtos enriquecidos, tanto pela sua própria saúde para assegurar
    concentrações normais de certos nutrientes (especialmente vitaminas) no seu
    leite. (Alguns produtos podem ser também benéficos antes e durante a
    gravidez).

    *10. A alimentação durante e depois de uma doença
    *Aumentar a ingestão de líquidos durante os períodos de doença incluindo
    leite materno (amamentar mais frequentemente), e oferecer à criança
    alimentos suaves, variados, apetecíveis e que sejam os seus favoritos.
    Depois da doença oferecer alimentos com mais frequência que o normal e
    encorajar a criança a comer mais.

    Originais Completos em várias línguas no site da [url=<http://www.who.int/child_adolescent_health/documents/a85622/en/>]Organização Mundial de Saúde[/url]

    A tradução é minha, por isso desculpem qualquer coisa.

    Rosa Maria Macedo
    Mae do Pedro

    Doulas de Portugal

      Data/hora atual: Seg Nov 20, 2017 5:17 am